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05
2015
25/

Luís Simões participa na 37ª edição das Jornadas Logísticas CEL 2015

O Diretor Geral de Logística Ibérica da Luís Simões, Vítor Enes, expõe a sua visão sobre como a externalização logística pode beneficiar as empresas.

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Vítor Enes, Diretor Geral de Logística Ibérica da Luís Simões, participou na passada quarta-feira na 37ª edição das Jornadas Logísticas do Centro Espanhol de Logística (CEL), segundo o título, Colaboração e Complexidade, Novo Meio de Gestão, que se celebrou no Hotel Confortel Pío XII de Madrid, para expor a sua visão sobre a externalização de serviços nos processos Logísticos.

Os profissionais do setor que participaram na jornada, analisaram a mudança das tendências que têm acontecido nos últimos tempos na gestão da cadeia de fornecimento, agora baseada fundamentalmente na colaboração, bem como o auge de novos canais propiciados pelo aparecimento de diferentes modelos de consumo. Vítor Enes abriu as jornadas com uma intervenção focada nos benefícios que contribuem para a externalização das atividades logísticas nas empresas. “O modelo de externalização logística é uma autêntica vantagem competitiva quando se integra o parceiro logístico não apenas na cadeia do produto como também na cadeia de serviço ao cliente. O fornecedor atuará como facilitador de relações com agentes intervenientes para a procura de maiores eficiências”.

Durante a sua intervenção, o Diretor Geral de Logística Ibérica da Luís Simões, explicou a situação atual do setor, sendo esta igual ao que os principais serviços oferecem dentro do marco da externalização “Em Espanha 75% das empresas externalizam as suas atividades logísticas, mas esta externalização produz-se praticamente em atividades isoladas, principalmente em transporte e distribuição” afirmou.

Por outro lado, Vítor Enes indicou que atualmente é necessário continuar a trabalhar na relação entre os diferentes intervenientes que se encontram na cadeia de fornecimento, fabricantes, empresas e revendedores, bem como no intercâmbio de informação chave entre eles. “Continua a haver pouca inter-relação entre os diferentes departamentos da cadeia de fornecimento de uma empresa o que dificulta enormemente os processos logísticos”. Vítor Enes também realçou a escassa consideração dos fatores logísticos em fases como a fabricação ou a gestão de clientes: “é importantíssimo que o operador logístico participe no desenvolvimento das estratégias e objetivos com as diferentes partes de uma empresa”.

Estas jornadas, que contaram também com a participação de especialistas como Pablo Segovia, Gerente de Logística - Negócios Regulados de Gás Natural Fenosa; Ángel Gil, Diretor de Logística da Pikolín; ou Luca Urciuoli, professor do Massachusetts Institute of Technology, têm permitido conhecer experiências de sucesso e novos desafios, ao mesmo tempo em que compartilham tendências e movimentos do setor Logístico. 

 

 

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